Crajiru

Crajiru

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Crajiru
Crajiru (arrabidaea chica) by ananda giri.jpg
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Lamiales
Família: Bignoniaceae
Género: Arrabidaea
Espécie: A. chica
Nome binomial
Arrabidaea chica
(Humb. & Bonpl.) B.Verl.

Crajiru (Arrabidea chica (H.B.K.) Verlot; Bignoniaceae) é uma planta medicinal arbustiva brasileira, que comumente encontrada na Floresta Amazônica.

Sinonímia: Chica, Cricket-vine, Puca panga, Pariri.

Utilizações

Seu chá tanto pode ser utilizado para higiene íntima, com lavagens, como também pode ser ingerido agindo como um antiinflamatórionatural. O chá é preparado das verdes folhas do crajiru e transforma-se num chamativo líquido vermelho.

Algumas tribos preparam uma infusão das folhas, utilizando-a no tratamento contra conjuntivite aguda.

Também é um forte aliado no combate à anemia, por sua grande concentração de ferro.

Largamente utilizada contra as seguintes doenças: adstrigente, afeção da pele, afrodisíaca, albuminúria, anemia, antidisenterica, anti-úlcera,bactericida, catarro do intestino, cólica intestinal, conjuntivite, diabetes, diarreia, diarreia de sangue, emoliente, espectorante, ferida, fortificante, Hemorragia, icterícia, inflamação, inflamação no útero, Leucemia.

As folhas submetidas à fermentação e manipuladas com a anileira fornecem um corante vermelho-escuro. Esse corante, há tempos, é utilizado pelos índios para pintura de seus corpos e utensílios.

José de Alencar, em seu famoso romance Iracema, já citava a planta como meio para se obter o corante vermelho-escuro: “Ao romper d’alva, Poti partiu para colher as sementes de crajuru que dão a bela tinta vermelha, e a casca do angico de onde se extrai a cor negra mais lustrosa.”

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Família: Bignoniaceae
Parte utilizada: Folhas (Infusão)

O Crajiru é um arbusto com aspecto de cipó; quando cultivado perto de uma outra árvore, cresce como trepadeira. Folha verde escuro, não possui cheiro, porém, quando cortada ou machucada libera uma tintura de cor avermelhada. Encontrada em quintais e utilizada na medicina caseira e na tintura. O Crajiru também é chamado de Cajuru, Paripari, Piranga, Chica, Pariri, Cipó-Cruz e Carajurú.

Propriedades Funcionais:

O Crajiru possui ação antiinflamatória, antitumoral e antianêmica (folhas secas), adstringente e afrodisíaca. É regulador do sistema digestivo (estômago, fígado e intestinos), cólicas intestinais, diarréias, disenterias, colites. Usado em banhos vaginais para leucorréias.

Cajiru 

Fonte: http://professoralucianekawa.blogspot.com.br/

Arrabidaea chica – Crajiru

A Unicamp desenvolve medicamento a partir do crajiru, planta encontrada e utilizada para fins medicinais em todo o país. O novo produto promete beneficiar diabéticos com ulcerações e pacientes imunodeprimidos.
 O Crajiru é um arbusto com aspecto de cipó; quando cultivado perto de uma outra árvore, cresce como trepadeira. Folha verde escuro, não possui cheiro, porém, quando cortada ou machucada libera uma tintura de cor avermelhada.
  • Encontrada em quintais e utilizada na medicina caseira e na tintura. O Crajiru também é chamado de Cajuru, Paripari, Piranga, Chica, Pariri, Cipó-Cruz e Carajurú, é uma planta comumente encontrada na Floresta Amazônica e pode ser utilizada para o tratamento de anemias cuja causa seja carência de ferro (anemia ferropriva), uma vez que possui grandes quantidades deste elemento em sua constituição.
Os pigmentos do crajiru, quando tratados com enzimas, liberam agliconas, que apresentam atividade anticancerígena e antioxidante. Os extratos do crajiru demonstraram atividade de reparo do DNA, evitando o surgimento de tumores e ainda possuem a ação cicatrizante.
  • O crajiru (Arrabidaea chica) também conhecida como cipó-cruz, chica, cajuru, cipó-pau, paripari, pariri, oajuru, carajuru, puca panga, chica cricket-vine (inglês), dentre outros nomes populares. Inclui os sinônimos botânicos Bignonia brachypoda, Arrabidea platyphylla e Bignonia platyphyllan. Pertence à família Bignoniaceae.
Curiosidades:
  • O crajirú (Arrabidaea chica (Bonpl.) Verl.) é uma espécie trepadeira lenhosa, ornamental, amplamente utilizada na medicina caseira. Na Amazônia, o chá das folhas é utilizado como anti-inflamatório e adstringente, contra cólicas intestinais, diarréia com sangue, anemia, leucemia e lavagem de ferimentos (OLIVEIRA, 2001).
A planta possui folhas compostas bi ou trifolioladas, folíolos oblongo-lanceolados, cartáceos, 8-13 cm de comprimento, flores campanuladas rósea-lilacinas, dispostas em panículas terminais, frutos tipo síliquas deiscentes (LORENZI & MATOS, 2002).
  • As folhas trituradas, esmagadas em água, cozidas ou cruas, rendem uma tintura marrom ou enegrecida usada pelos índios Sionas em pintura de vestuário e também para a face.
Os Tikunas preparam uma infusão das folhas para lavar os olhos com conjuntivites agudas, especialmente entre as crianças. Os Sionas denominam o corante de nea-kuri (“tintura preta”) ou ma-kuri (“tintura vermelha”); neste caso um preparo diferente que rende uma tintura vermelha (SCHULTES & RAFFAUF, 1990).
  • As propriedades tintoriais desta planta são devido a dois pigmentos antociânicos do tipo 3-desoxiantocianidinas: a carajurina que é o pigmento principal e a carajurona (GRENAND et al., 2004). A atividade anti-inflamatória das folhas de A. chica deve-se as 3-desoxiantocianidinas associadas com outros compostos presentes na planta. Testes químicos também revelaram saponinas, flavonas e taninos em folhas e talos (ZORN et al., 2001).
No Nordeste, chá contra cólicas e tratamento de micoses. Para os índios da Amazônia, tinta para a pele. Em Passos de Minas (MG), banho de assento e tratamento contra picada de insetos. A sabedoria popular já utiliza a Arrabidaea chica verlot, conhecida popularmente como crajiru.
  • Ao lado do alho, do caju e da carqueja, a planta está na relação nacional de espécies medicinais de interesse do Sistema Único de Saúde (SUS), que reúne cerca de 70 itens. Em 2003, um projeto de uma empresa de cosméticos resolveu investigar o crajiru para a produção de batons.
O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), acabou levando a outras descobertas, como a potencialidade de se criar outro medicamento fitoterápico para cicatrização de lesões de pele e mucosa. Matéria de Shirley Pacelli, no Correio Braziliense, socializada pelo ClippingMP.

O chá de crajiru preparado a partir de suas folhas verdes, é um líquido vermelho, tanto que seus frutos eram comumente usados por indígenas para a pintura de corpos e objetos. Há citações sobre esta propriedade corante na obra “Iracema” de José de Alencar: “Ao romper d’alva, Poti partiu para colher as sementes de crajuru que dão a bela tinta vermelha[…]“..

Propriedades Químicas:
  • Alguns de seus constituintes químicos são alcalóides, pigmentos flavônicos (antocianinas, antocianosídeos), cumarinas, ferro assimilável, flavonóides, saponinas, taninos, triterpenos, dentre outros.
Por conter taninos, o crajiru tem leve ação cicatrizante; por conter flavonóides, ação anti-inflamatória. Assim, o chá de crajiru pode ser utilizado em forma de banhos e lavagens para auxiliar no tratamento de afecções na pele (picadas de insetos, ferimentos, psoríase) ou na região íntima.
  • Quando consumido em forma de chá, ajuda na cicatrização de úlceras gástricas e serve como antidiarreico. Com precaução pode ainda ser adjuvante no tratamento da conjuntivite não complicada. O crajiru pode ser utilizado como cosmético, em pomadas e cremes ou mesmo em forma de tinturas para cicatrização de acne, diminuição da inflamação e da vermelhidão da pele.
Arrabidaea chica – Crajiru
Benefícios do crajiru:
  • O Crajiru possui ação anti-inflamatória, antitumoral e antianêmica (folhas secas), adstringente e afrodisíaca. É regulador do sistema digestivo (estômago, fígado e intestinos), cólicas intestinais, diarréias, disenterias, colites. Usado em banhos vaginais para leucorréias.
As propriedades antitumores e cicatrizantes do cajiru são efetivas apenas quando não há tratamento enzimático, ou seja, a planta deve ser utilizada sob a forma de tinturas, extratos ou chás para preservar este efeito.
Contraindicações e efeitos colaterais do crajiru:
  • Não foram relatados efeitos colaterais decorrentes do uso nas bibliografias consultadas.
Outros Usos:
  • Arrabidaea chica (Bonpl.) B. Verl. (Bignoniaceae) é uma espécie medicinal muito utilizada na Amazônia, da qual pode ser obtido um pigmento vermelho. É comum a utilização como um corante natural a partir de folhas frescas de curajiru (A. chica) e a sua utilização em cortes histológicos de origem animal.
O corante foi obtido por fervura de folhas e por fermentação. As lâminas histológicas foram preparadas com amostras de tecidos seguindo a metodologia usual. Foram feitas combinações do corante de crajirú com corantes usuais (hematoxilina e eosina) e também coloração apenas com crajirú.
  • O resultado obtido pela técnica da fervura foi um corante vermelho com pH 5,5, enquanto que no método da fermentação foi um corante marrom com pH 6,4. Devido à sua natureza ácida, o corante de crajirú apresentou maior afinidade por componentes acidófilos dos tecidos, corando em rosa o citoplasma das células e fibras colágenas.
A hematoxilina (corante básico) corou em azul ou violeta o núcleo das células e outras estruturas ácidas. Conclui-se que o corante de A. chica pode ser utilizado, como uma forma alternativa, como corante ácido em técnicas de coloração em Histologia.
Chá de crajiru

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Cajiru

Fonte: http://www.tudosobreplantas.com.br/
Nome Científico: Arrabidia chica
Autor: (Bonpl.) B. Verl.
Nome(s) Popular(es): Pariri, Cajiru, Carajiru, Chica, Crajirú, Cipó-cruz, Coapiranga, Guagiru, Cipó-pau, Carajuru, Carapiranga, Carajiru, Crajiru, Carajeru, Crejer, Cajuru, Carajir, Carajunú, Carajurú, China, Coá-piranga, Cuica, Guajurú, Guajuru-piranga, Guarajuru, Oajuru, Oajuru-piranga, Piranga, Paripari, Punca-panga
Família (Cronquist): Bignoniaceae
Família (APG2): Bignoniaceae
Gênero: Arrabidia
Risco de extinção:: Cultivada

É uma Bignoniaceae amplamente utilizada na medicina popular como anti-inflamatório e adstringente, e para várias doenças como cólicas intestinais, diarréias, anemias e enfermidades da pele.

Devido as suas propriedades biológicas e a produção de corante a espécie passou a ser utilizada pela indústria cosmética.

A A. chica é muito comum na região amazônica.

As folhas desta planta têm sido usadas como um antiinflamatório e agente adstringente, também como um remédio para cólicas intestinais, disenterias, leucorréia e leucoanemia.

Aplicadas topicamente, combatem as impigens e outras enfermidades de pele, principalmente para lavagens de feridas e úlceras.

As folhas fornecem um corante vermelho escuro.

Desde os tempos memoriais era usado pelos aborígines para se pintarem, assim como para tingirem seus enfeites, utensílios e vestuário, bem como tatuagens.

Os bichos de seda alimentados com suas folhas produzem seda vermelha.

Estudos fitoquímicos das folhas dessa espécie revelaram a presença de saponinas, quininas, flavonas,taninos, pigmentos flavónicos e indícios de alcalóides.

O seu corante vermelho foi estudado por ZORN et.al. (2002) que identificou a presença de 3-desoxiantocianina onde nomeou este composto de carajurina.

Sinonímia
 – Adenocalymma portoricensis A. Stahl,

– Arrabidaea acutifolia A. DC.,
– Arrabidaea cuprea (Cham.) Bornm.,
– Arrabidaea larensis Pittier,
– Arrabidaea rosea DC.,
– Bignonia chica Humb. & Bonpl.,
– Bignonia cuprea Cham.,
– Bignonia erubescens S. Moore,
– Bignonia triphylla Willd. Ex DC.,
– Lundia chica (Humb. & Bonpl.) Seem.,
– Temnocydia carajura Mart. Ex DC.,
– Vasconcellia acutifolia C. Mart. Ex DC.,[7]

Utilização
 Na espécie foram identificados vários pigmentos como a bixina, genipina e derivados da cajurina, que produzindo um corante vermelho-escuro servem para tingir uma variedade de fibras artesanais, sendo supostamente eficazes contra dermatoses e impingens (Corrêa,1984).

O corante é utilizado pelos indígenas da região Amazônica na pintura corporal, para tingir enfeites, utensílios e vestuários, na arte, magia e até como método profilático contra picada de mosquitos.

Estudos químicos relatam o isolamento de fitosteróis, flavonoides e pigmentos utilizados em cosméticos como: carajurona, carajurina e 3-deoxiantocianidina (Estrela, 1995).

As propriedades tintoriais da espécie são devidas a dois pigmentos flavônicos: a carajurina, que é opigmento principal e a carajurona (Grenard, 1987).

As folhas da espécie são utilizadas popularmente na forma de chás para o tratamento de cólicas intestinais,diarréias, anemias, inflamações uterinas, hemorragias, leucemia, icterícia, albuminúria, impingens, micoses e lavagem de ferimentos na pele (Corrêa, 1984).

Devido à propriedade adstringente do extrato das folhas, este é utilizado na cosmética em forma de sabonete cremoso produzindo um efeito anti-acne (Takemura, 1995) e antifúngico (Barbosa & Quignard, 1998).

Partes utilizadas: Folhas, flores.
Uso medicinal
As classes de metabólitos secundários identificadas comprovam o potencial medicinal da planta, principalmente como anti-inflamatória e cicatrizante.

O extrato etanólico apresenta significativa atividade antimicrobiana, confirmando o potencial medicinal de
A. chica. [6]

– infusão das folhas: cólicas intestinais, diarréia, enterocolites, inflamações uterinas, leucemia,icterícia, anemia, albuminúria;
– infusão ou pomada das folhas para uso local: afecções da pele de um modo geral, impingens e na lavagem de feridas;
– maceração de 4 folhas em meio copo de água: adstringente (diarréias, anemia, leucemia,inflamações uterinas, hemorragias). [7]

Toxidade: não encontrados na literatura consultada.
Princípios Ativos

Ácido anísico, alcalóides, bixina, carajurina, carajurone (pigmentos flavônicos), cianocobalamina, cumarinas, 3-deoxiantociianidina, ferro assimilável, flavonóides, genipina, pseudoindicanas, quinonas, saponinas,taninos, triterpenos.[7]

Indicação

Afecção da pele de um modo geral, albuminúria, anemia, cólica intestinal, conjuntivite, diarréia,diarréias sangüíneas, enterocolite, feridas, hemorragias, inflamação uterina, icterícia, impingens,inflamações (uterinas e ovarianas), lavagem de feridas, leucemia.[7]

Contra-indicação: não encontrados na literatura consultada.
Origem

A espécie pertence à família Bignoniaceae, a qual encerra 120 gêneros com aproximadamente 800 espécies que são encontradas na sua maioria, em regiões tropicais e subtropicais, com dois grandes centros de distribuição geográfica, o Brasil e o Continente Africano. Observa-se que o Brasil é, provavelmente, a região onde a família apresenta-se com o maior número de espécies, ocorrendo desde a Amazônia até o Rio Grande do Sul, não possuindo um habitat único (Pauletti et al., 2003).”

Observações

Parâmetros como processamento pós-colheita e método de extração influenciam a composição química e, consequentemente, a atividade farmacológica observada para o produto final de um fitoterápico.[4]

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Crajiru anti-tumoral poderoso

Editado de: http://dani68historias.blogspot.com.br/

É poderoso anti-tumoral \
CRAJIRU * Arrabidea chica : ATUAÇÃO PARA CANCERES E CANCER DE CÉREBRO

lado bom: o chá não tem gosto e pode ser tomado por crianças, pets, e idoso facilmente
 
O crajiru é uma planta espontânea típica da Amazônia. É encontrado hoje em dia em Minas Gerais, as pessoas levam para os seus Estados, sítios, fazendas. Ela se coloca como uma trepadeira em árvores,sua característica principal o final do cabinho tem sempre 3 folhas.

Para fazer o chá tem que ser com as folhas secas, retire  e espere secar 
A planta é citada  por, GIOVANNA NICOLAU, de Minas no blog da Dani
 
Ela mandou uma mensagem dizendo que o pai dela tem essa planta em casa e todos vão buscar para se curarem dos cânceres.
 
Assim foi encontrado no site de um médico que relata sucesso em cura de cancer de cérebro só tomando o chá de crajirú (ver abaixo)
chá de crajiru
Eu comprei e tomo o chá de crajiru para o bem-estar

Observações de Dani sobre o chá: não tem gosto pra tomar um leve gosto de mato muito ao fundo, depois que comecei me sentí mais disposta minhas pernas  ficaram mais leves e eu mais  animada (atua na circulação e chackra básico), elimina gases logo no primeiro dia *muitos*, ele limpa o estômago e fígado, é muito bom. Um efeito um pouco chato no começo  inchou a minha barriga e estômago tipo “estufou”, apesar dele ser um anti-inflamatório, acho que foi uma reação na primeira semana, tive que tomar outro chá para desinchar. Mas tudo bem, tá valendo, continuarei a tomar sempre (comprei 3). Coloque numa leiteira que não pegue cor, velha ou que seja vermelha, porque o chá tinge panelas de vermelho. 
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 “Bella Cabocla” (tem no facebook),  (site deles tá indisponível agora), mas eles vendem produtos de lá e há o crajiru, uma das funções é a cura de MIOMAS e todos os problemas de ÚTERO,  usado para lavagens íntimas (em mulheres).

COSTUME DA AMAZÔNIA: é costume passar chá de crajiru na moleira dos bebês.

Vejam os produtos:

Óvulos que a mulher coloco como um OB
durante a noite e se cura
sabonete líquido para mulheres (para a vagina)
O crajiru trata o estômago e fígado, porém não ajuda a emagrecer diretamente, mas é muito bom todas as características estão listadas no relato abaixo.
Copia do texto abaixo com as propriedades:
fonte: Plantas Medicinais 
O crajiru é uma planta comumente encontrada na Floresta Amazônica e pode ser utilizada para o tratamento de anemias cuja causa seja carência de ferro (anemia ferropriva), vez que possui grandes quantidades deste elemento em sua constituição. Os pigmentos do crajiru, quando tratados com enzimas, liberam agliconas, que apresentam atividade anticancerígena e antioxidante. Os extratos do crajiru demonstraram atividade de reparo do DNA, evitando o surgimento de tumores e ainda possuem a ação cicatrizante.
As propriedades antitumores e cicatrizantes do crajiru são efetivas apenas quando não há tratamento enzimático, ou seja, a planta deve ser utilizada sob a forma de tinturas, extratos ou chás para preservar este efeito.
Alguns de seus constituintes químicos são alcalóides, pigmentos flavônicos (antocianinas, antocianosídeos), cumarinas, ferro assimilável, flavonóides, saponinas, taninos, triterpenos, dentre outros. Por conter taninos, o crajiru tem leve ação cicatrizante; por conter flavonóides, ação anti-inflamatória. Assim, o chá de crajiru pode ser utilizado em forma de banhos e lavagens para auxiliar no tratamento de afecções na pele (picadas de insetos, ferimentos, psoríase) ou na região íntima. Quando consumido em forma de chá, ajuda na cicatrização de úlceras gástricas e serve como antidiarreico. Com precaução pode ainda ser adjuvante no tratamento da conjuntivite não complicada. O crajiru pode ser utilizado como cosmético, em pomadas e cremes ou mesmo em forma de tinturas para cicatrização de acne, diminuição da inflamação e da vermelhidão da pele.
Contraindicações e efeitos colaterais do crajiru:
Não foram relatados efeitos colaterais decorrentes do uso nas bibliografias consultadas.

Encontre em: www.oficinadeervas.com.br/detalhe.php?id_produto=35&p=Crajiru