O leite – os motivos para não utilizá-lo como alimento

Motivos para Não beber Leite

Por Tati K. Fischer*

Não só os intolerantes e alérgicos têm motivos para ficar longe do leite de vaca. Todas as pessoas deveriam tomar cuidado com o consumo excessivo de lácteos devido a inúmeros fatores que a mídia e os grandes produtores de laticínios não divulgam, porém muitos estudos e pesquisas importantes mostram que:

1) Nenhum outro animal na terra bebe leite após o desmame, muito menos de outra espécie;

2) O consumo de leite nos primeiros anos de vida aumenta as chances de desenvolvimento de Diabetes do tipo 1;

3) Laticínios aumentam muito a liberação de insulina (hormônio que leva glicose pra dentro da célula) pelo pâncreas, o que pode causar resistência à insulina, que pode levar à diabetes, hipertensão, obesidade abdominal, síndrome do ovário policístico, câncer de mama, acne, entre outros problemas;

4) Estudos associam o consumo de leite com o surgimento de câncer de ovários, testículos e próstata, Doença de Parkinson e Doença das Artérias Coronárias;

5) O consumo de leite piora os sintomas da Artrite Reumatóide;

6) Existe uma correlação muito forte entre o consumo de leite e a prevalência de Esclerose Múltipla;

7) Ao contrário do senso comum, o consumo de leite, ao invés de prevenir, pode ocasionar a osteoporose, pois pode levar à deficiência de magnésio, além de acidificar o sangue, fazendo com que o corpo retire cálcio do osso, aumentando a perda;

8) O leite neutraliza o meio ácido intestinal, necessário para a absorção de vitaminas e minerais, além de favorecer a fermentação de microrganismos patogênicos;

9) O consumo de laticínios leva a um aumento de substâncias inflamatórias e de pequenas calcificações;

10) O leite é um alimento congestionante e leva ao aumento da produção de muco no organismo;

11) As vacas leiteiras são mantidas constantemente grávidas, por isso o leite tem quantidades muito grandes de estrógeno e progesterona, podendo levar, por exemplo, à puberdade precoce.

Levando em consideração todos estes fatos, podemos concluir que o leite não deveria fazer parte de uma alimentação saudável. Além disso, devemos lembrar que, ao consumirmos laticínios, estaremos colaborando com as indústrias nos maus tratos aos animais.

 

Estudos comprovam que ajuda a provocar osteoporose e outras doenças graves

Ou seja, não beba leite, pelo bem de sua saúde. Tem-se verificado que existe uma relação estreita entre o consumo de produtos lácteos (leite, manteiga, queijo, etc.) e vários tipos de cancro, diabetes, osteoporose, doença coronária e outros problemas relacionados com intolerâncias e alergias graves. Tanto o cancro da mama como o da próstata estão relacionados com o consumo deste produto. Esta íntima relação explica-se através de um aumento da quantidade, no organismo humano, de uma substância designada de factor de crescimento semelhante à insulina-I (IGF-I) encontrada no leite de vaca. Esta substância pode também ser encontrada, em elevadas quantidades, na corrente sanguínea de indivíduos consumidores regulares deste tipo de leite.

Estudos recentes comprovam que homens com elevadas concentrações sanguíneas de IGF-I, apresentam quatro vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro da próstata do que outros indivíduos com concentrações sanguíneas de IGF-I mais baixas. Também o cancro do ovário está relacionado com o consumo de produtos lácteos: o açúcar do leite, quando desdobrado no organismo humano, dá origem a outro açúcar mais simples, designado por galactose, que, por sua vez, é também desdobrado por várias enzimas. Quando o consumo destes produtos excede a capacidade destas enzimas para desdobrarem a galactose, esta pode circular na corrente sanguínea, o que poderá, a longo prazo, afetar os ovários. Mulheres consumidoras de leite de origem animal apresentam três vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro nos ovários.

A diabetes insulino-dependente está também relacionada com o consumo de leite e produtos lácteos. Pesquisadores encontraram uma proteína característica dos produtos lácteos que provoca uma reação auto-imune, que, por sua vez, afeta as células do pâncreas, afetando, por isso, também, a capacidade do organismo de produzir insulina. O leite e seus equivalentes e derivados são frequentemente recomendados para prevenir a osteoporose. Contudo, pesquisas e estudos demonstram que o risco de fratura óssea é igual em consumidores de leite de origem animal e em não consumidores deste produto.

Assim, ficou provado por vários estudos que, na prevenção da osteoporose, é fundamental reduzir os factores descalcificantes, tais como o consumo de sal e de proteína animal – em vez de manter ou aumentar o consumo de cálcio através de lacticínios (que contêm proteína animal).

A doença cardiovascular é uma das doenças que está mais relacionada com o consumo de produtos lácteos, pois têm elevadas quantidades de gordura saturada e colesterol, aumentando imenso as probabilidades de quem consome estes produtos vir a sofrer de doença coronária. Os sintomas da intolerância à lactose são diarréia, flatulência e distúrbios gastrointestinais, e surgem devido à ausência, no organismo humano, de enzimas capazes de atuar na digestão do açúcar do leite. Esta ausência é um processo natural que ocorre no organismo, pois os humanos são mamíferos e os mamíferos não necessitam de consumir leite durante a vida adulta (menos ainda de outras espécies). Humanos que insistem em consumir leite após o seu desmame forçam o organismo a continuar a produzir estas enzimas, daí ser tão comum encontrar pessoas intolerantes à lactose.

O consumo de lacticínios não está só relacionado com doenças e alergias – os agentes contaminantes encontrados em várias amostras de leite são um grave problema para a saúde humana. A indução artificial da produção de leite conduz a inflamações graves nas glândulas mamárias dos animais, que requerem tratamento à base de antibióticos. Vestígios destes antibióticos, bem como de pesticidas e outros medicamentos, são encontrados em leites e outros produtos derivados. Uma dieta alimentar diária livre de produtos lácteos contribui para a redução da perda de cálcio, diminuindo o risco de osteoporose. A alimentação vegetariana oferece todo o cálcio necessário, a partir de alimentos ricos em antioxidantes, fibra, ácido fólico, hidratos de carbono complexos, ferro e outras vitaminas e minerais importantes, que não são encontrados em lacticínios.

Fonte: Instituto Nina RosaOrg. Seja Vegetariano.

Lactose X Proteína do Leite

 · 1 Comentário

Achei essa matéria bem interessante e explicativa no site Sem Lactose. Pra mim é que faz muita diferença, porque o que me faz mal é a proteína do leite, já pro meu marido, é o açúcar do leite. Muitos detalhes né? Espero que gostem da matéria abaixo!!!

LACTOSE X PROTEÍNA DO LEITE: Qual a diferença?

Produtos isentos de lactose podem conter proteínas do leite? Um produto isento de lactose pode ou não ser consumido por pessoas com alergia às proteínas do leite? Essas e outras perguntas a gente responde aqui, neste post que foi motivado pela pergunta de uma leitora do Semlactose, Maria Aparecida de Aguiar.

Sempre que escrevemos uma nova matéria sobre produtos, procuramos mencionar se o produto é isento de lactose, de proteínas do leite e até mesmo de outros alimentos alérgenos, como a soja e o glúten. No entanto, percebemos que as pessoas ainda encontram dificuldade em diferenciar produtos adequados aos intolerantes à lactose e aos alérgicos às proteínas do leite. É possível um produto ser isento de lactose e conter proteínas do leite? Com algumas informações importantes sobre o processo de fabricação, vocês entenderão como tudo funciona e poderão saber escolher melhor os produtos na hora das compras.

Composição do Leite

Antes de mais nada, é importante entender um pouco mais sobre a composição do leite. O leite de diversos animais, inclusive o leite humano, possui uma composição semelhante. Mais de 80% do leite animal é composto por água. As demais substâncias estão divididas em menores quantidades. No caso do leite de vaca, 100 ml de leite contém 4,6% de lactose, 2,7% de caseína (uma das principais proteínas do leite), 0,6% de proteína do soro, além de outras substâncias como vitaminas, enzimas e minerais.

Quando um produto não contém lactose em sua composição, não significa que outras substâncias do leite não estejam presentes neste alimento.

Veja alguns exemplos:

– Fabricação de produtos sem leite: É comum encontrarmos produtos nas gôndolas de supermercados que não contêm leite ou derivados de leite em sua composição. Mas será que eles são totalmente isentos de leite? Vamos pegar o caso de uma margarina, por exemplo. De forma geral, muitas marcas de margarina pertencem a um único fabricante, sendo que algumas não contém leite entre seus ingredientes. No entanto, essa margarina é provavelmente fabricada no mesmo maquinário de outras margarinas elaboradas com leite. O que possivelmente ocorrerá é o que chamamos decontaminação cruzada: pequenas quantidades de leite (mais específicamente, proteínas do leite) podem estar presentes na margarina simplesmente pelo fato de o produto ter passado pelo mesmo maquinário. Assim, o produto pode ser considerado isento de lactose, mas pode conter traços de leite. Somente fabricantes que não trabalham com leite como matéria prima ou fabricantes que esterilizam seu maquinário antes de produzir um produto sem leite podem afirmar que o produto em questão é totalmente isento de leite.

– Empresas que trabalham exclusivamente com soja: A soja é utilizada por algumas empresas como matéria prima para a elaboração de diversos alimentos. Empresas que utilizam exclusivamente a soja como base de seus produtos em substituição ao leite animal, devem possivelmente oferecer produtos isentos de lactose e de proteínas do leite, tornando o produto adequado tanto para pessoas com IL quanto para pessoas com ALPV.

– Lácteos sem lactose, mas com proteínas: É possível um produto elaborado com leite não conter lactose? Esse é o caso de produtos como alguns queijos e manteigas. Seu processo de fabricação acaba reduzindo ou por vezes até eliminando totalmente a lactose do alimento. No entanto, as proteínas do leite continuam presentes no produto.Produtos vegetais com proteínas do leiteEsse é o caso do chantily vegetal. Um produto elaborado apenas com óleos vegetais, mas contém caseinato de sódio, um derivado da caseína, uma proteína do leite.Por tanto, se você possui dúvidas sobre a composição do produto, é importante entender a diferença entre produtos isentos de lactose e isentos de proteínas do leite e sempre tirar suas duvidas com o SAC dos fabricantes.

Fonte: http://www.semglutensemlactose.com/artigos-nutricao-dicas/11-motivos-nao-beber-leite-lactose/

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LEITE NÃO FAZ BEM PARA O CORPO, DIZ NOVO ESTUDO DE MASSA

Por Arjun Walia / Tradução de José Eduardo Droghetti Haddad

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O leite parece estar fazendo seu caminho através de vários estágios de conhecimento, especialmente nos últimos anos. Como vários outros exemplos, aquilo que nós pensamos ser saudável para nosso consumo está se revelando ser exatamente o contrário.

Um grande estudo de pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, descobriram que beber leite aumenta a taxa de mortalidade e na verdade deixa os ossos mais sucessíveis a fraturas, e não o contrário. (1)

O estudo foi publicado recentemente no renomado Jornal Médico Britânico, e foi conduzido especialmente para examinar se o alto consumo de leite está associado com mortalidade e fraturas tanto em homens quanto mulheres.

O estudo aconteceu em três municípios na Dinamarca, e foram usados dados de dois grandes grupos suecos, um com 61.433 mulheres entre aproximadamente 39 e 74 anos e um com 45.339 homens entre aproximadamente 45 e 79 anos. Todos eles receberam questionários de frequência alimentar. Esse estudo usou “modelos multivariáveis de sobrevivência” que foram “aplicados para determinar a associação entre consumo de leite e tempo para mortalidade e fraturas.”

Os resultados foram os seguintes:

“Durante um acompanhamento médio de 20,1 anos, 15.541 mulheres morreram e 17.252 tiveram uma fratura, das quais 4.259 tiveram uma fratura no quadril. No grupo masculino com um acompanhamento médio de 11.2 anos, 10.112 homens morreram e 5.066 tiveram uma fratura, com 1.166 casos de fratura no quadril. Nas mulheres, a taxa de risco de mortalidade ajustada para três ou mais copos de leite comparados com menos de um copo por dia foi de 1.93 (95% intervalo de confiança 1.80 para 2.06). Para cada copo de leite, a taxa de risco de mortalidade por qualquer causa foi de 1.15 (1.13 até 1.17) em mulheres e 1.03 (1.01 até 1.04) em homens. Para cada copo de leite, nas mulheres não foi observada nenhuma redução no risco de fratura com mais consumo de leite para qualquer fratura (1.02, 1.00 até 1.04) ou para fratura do quadril (1.09, 1.05 até 1.13). As taxas ajustadas de risco de mortalidade em homens foram de 1.01 (0.99 até 1.03) e 1.03 (0.99 até 1.07). Em sub-amostras de dois grupos adicionais, um em homens e outro em mulheres, uma associação positiva foi vista entre consumo de leite e tanto urina 8-isso-PGF2a (um biomarcador de estresse oxidativo) e soro interleucina 6 (um importante marcador inflamatório).” (1)

O estudo concluiu que o consumo de leite estava associado com maior mortalidade em um grupo de mulheres e em outro grupo de homens, e com maior incidência de fraturas em mulheres. Ele também concluiu que:

“Dados os desenhos de estudos observacionais com a possibilidade inerente de confusão residual e fenômeno de causação reversa, uma cautelosa interpretação dos resultados é recomendada.” (1)

Esse não é o único estudo que sugere que leite não é bom para nosso corpo

Em um documento publicado no Jornal da Associação Americana de Pediatria, o pediatra de Harvard, David Ludwig enfatiza que a taxa de fratura de ossos tende a ser mais baixa em países que não consomem  leite. Comparado com aqueles que consomem, nota-se também que existem outras fontes de cálcio. (fonte)

Outro estudo publicado no Jornal Americano de Saúde Pública mostrou que o consumo de laticínios na verdade pode aumentar o risco de fraturas em 50%.

Estudos também mostraram que o cálcio não é tão fortalecedor para os ossos como pensávamos. Diversos estudos sobre suplementação de cálcio não demonstraram nenhum benefício em reduzir o risco de fratura de osso. Na verdade, vitamina D parece ser mais eficiente em relação à redução de risco de fratura de osso. (3)

Estudos também mostraram que laticínios podem aumentar o risco de homens desenvolverem câncer de próstata em 30-50%. (4)

A lista continua.

Também é interessante notar que aproximadamente 65 a 75% da população humana no nosso planeta tem uma habilidade reduzida para digerir lactose após a infância (5)(6) Em alguns países, mais de 90% da população adulta é intolerante à lactose, pense sobre isso um momento.

Intolerância a lactose é uma habilidade debilitada de digerir lactose, um açúcar encontrado no leite e em outros laticínios. A lactose normalmente é quebrada por uma enzima chamada lactase, que é produzida pelas células na mucosa do intestino delgado.

Mantenha em mente que o leite que temos tanto problema em digerir é leite de vaca, não de nossas mães naturais. Na verdade, somos a única espécie na Terra que consome o leite de outro animal.

Já que a única função da lactase é a digestão da lactose no leite, a maioria das espécies de mamíferos tem uma redução dramática na atividade dessa enzima após desmamar. A persistência da lactase em humanos evoluiu como uma adaptação ao consumo de leite não-humano e laticínios consumidos além da nossa infância. Nossa dieta mudou bastante, e o resultado isso é que nossos genes se adaptaram, mas não é um processo fácil. Isso é o porquê de a maioria dos humanos serem intolerantes a lactose.

Todas outras espécies desmamam e depois nunca mais bebem leite pelo resto de suas vidas, e por causa disso elas não possuem uma enzima para quebrar o açúcar no leite. Mas durante a evolução humana, alguns humanos tiveram uma mutação no gene LTC, o gene da lactose, essas mutações nos permitiram processar lactose mesmo adultos. Com aproximadamente 65-75% dos humanos no planeta incapazes de processá-la, está evidente que nós não estamos fazendo o que é natural e de acordo com nossos corpos.

Abaixo segue um vídeo de Katherine S. Pollard, uma PhD da Universidade da California, em São Francisco, detalhando mais sobre o parágrafo acima.

Leite / Laticínios não são a única fonte de cálcio

Essa lista é extremamente longa, aqui está uma pequena lista de fontes veganos e sem laticínios de cálcio, muitas das quais oferecem uma fonte mais saudável e até mais cálcio. É importante pesquisar, existem tantos alimentos por aí que contém uma fonte saudável e abundante de cálcio.

  • Couve: um copo de couve crua é carregado de cálcio, aproximadamente 90mg para ser exato. Isso significa que 3,5 copos de salada de couve oferecem mais cálcio do que um copo de leite
  • Laranjas: uma laranja naval contém aproximadamente 60mg de cálcio
  • Feijão
  • Ervilhas verdes
  • Grão de bico
  • Quinua
  • Sementes
  • Hemp

Fontes

(1) http://www.bmj.com/content/349/bmj.g6015

(2) Feskanich D, Willett WC, Stampfer MJ, Colditz GA. Milk, dietary calcium, and bone fractures in women: a 12-year prospective study. Am J Public Health. 1997 Jun;87(6):992-7.

(3) Feskanich D, Willett WC, Colditz GA. Calcium, vitamin D, milk consumption, and hip fractures: a prospective study among postmenopausal women. Am J Clin Nutr. 2003 Feb;77(2):504-11.

(4) Tseng M, Breslow RA, Graubard BI, Ziegler RG. Dairy, calcium, and vitamin D intakes and prostate cancer risk in the National Health and Nutrition Examination Epidemiologic Follow-up Study cohort. Am J Clin Nutr. 2005 May;81(5):1147-54.

(5) http://consensus.nih.gov/2010/images/lactose/lactose_finalstatement.pdf

(6) http://ghr.nlm.nih.gov/condition/lactose-intolerance

Fonte da matéria original: Collective Evolution

Nota do Olhar Animal: A indústria de alimentos mente. Mente sobre o leite de vaca ser benéfico para a saúde humana, mente sobre os impactos ambientais de sua produção e mente sobre os danos causados aos animais. Espertamente, apela ao egoísmo entranhado nas pessoas e ao especismo decorrente, criando cenários apocalípticos para levá-las a agir de forma a preocuparem-se apenas consigo próprias e, finalmente, a consumirem, consumirem, consumirem. No caso do leite, faz isso dizendo ser ele imprescindível para a manutenção da saúde, que sua falta acarretará sérios problemas. O padrão moral dessas organizações é dos piores. Mentem com a cumplicidade de organizações e profissionais da área médica e de nutrição, que emprestam sua autoridade científica a propósitos rasos, mesquinhos. Cumplicidade, sim, não ignorância. Há suficiente informação técnica disponível sobre os males causados pelo leite. Às pessoas comuns, sim, pode se atribuir o atenuante da inocência. Mas em termos, já que a maioria espontaneamente prefere permanecer dentro de seus padrões egocêntricos, despreocupadas com os impactos de suas ações para os demais seres. Moralmente, não se deixa de escravizar, torturar e matar humanos por conta do risco destas ações causarem algum dano ao opressor, ao algoz, e sim pelos danos que certamente causam às vítimas. Assim deveria ser também em relação aos animais não humanos. O impacto para os animais deveria ser o suficiente para que as pessoas se abstivessem de consumir o leite. Mas não tem sido. Falta informação? Recomendamos fortemente a leitura da obra Galactolatria: mau deleite, uma ampla abordagem sobre as implicações da produção e consumo do leite de vacas.
Fonte: http://olharanimal.org/