Plantas medicinais no cuidado ou auto-cuidado das mulheres

Plantas medicinais no cuidado ou auto-cuidado das mulheres – Plantas em sintonia com o feminino

Folhas de Amora

As folhas de Amora (Morus nigra) são uma excelente opção, podendo ser consumida na forma de chá ou tintura.  Contém fitohormônios, com efeito estrogênico, e também flavonóides em sua composição. Combate suores noturnos, fogachos, distúrbios do sono, nervosismo, dor de cabeça e palpitações cardíacas, contribuindo ainda no combate à obesidade e na redução da glicemia e da pressão arterial.  O chá de folhas de amora possui sabor agradável e seu uso é seguro.

Trevo Vermelho

As folhas e flores do Trevo vermelho (Trifolium pratense) possuem ação antioxidante e antitumoral. Apresentam em sua composição isoflavonas, que aliviam os sintomas da menopausa, melhoram os níveis hormonais, combatem a insônia e estimulam o armazenamento de cálcio, prevenindo a osteoporose. Podem ser utilizadas na forma de tintura, cápsulas ou chá (uma xícara pela manhã), em combinação com a Morus nigra, por exemplo. Porém, esta erva é contra indicada para pessoas que estejam fazendo reposição hormonal ou utilizando contraceptivos e anticoagulantes.

Cimicifuga

Cimicifuga (Cimicifuga racemosa) é um rizoma que auxilia no controle hormonal, através dos fitoesteróis e isoflavonas, muito útil também no tratamento da osteopenia, artrite, reumatismo e enxaqueca.  Pode ser utilizado na forma de tintura, cápsula ou chá. Alivia as ondas de caloransiedadedepressão e favorece a manutenção da libido. É contraindicada para quem utiliza corticoides, anti-hipertensivos, anticoagulantes, contraceptivos ou faz reposição hormonal.  Não deve ser utilizada por mais de 30 dias e deve ser evitada por quem apresente desordens gastrointestinais.

Chás e ervas para aliviar dores menstruais:

Algumas ervas são capazes de aliviar dores menstruais.

Várias ervas medicinais são preparadas tradicionalmente para aliviar dores causadas por cólicas menstruais. As ervas que relaxam os músculos são conhecidas como antiespasmódicas e contêm fitoquímicos que facilitam espasmos musculares e relaxam o útero. Muitas destas também possuem um suave efeito sedativo, acalmando os nervos ao mesmo tempo que aliviam as dores de cólicas menstruais. Terapias alternativas para aliviar dores de cólicas Terapias alternativas podem proporcionar um alívio significativo da dor. O uso da aromaterapia no tratamento natural da cólica menstrual por meio de massagens abdominais relaxantes, pode ter efeito benéfico para liberar a dor e a tensão do baixo ventre. Algumas das ervas aromáticas mais utilizadas para este fim são o gerânio, a camomila e o jasmim. Tais ervas podem ser usadas em forma de óleo de massagem, incenso ou serem adicionadas banhos de ervas. Vários chás para cólicas intestinais são conhecidos na fitoterapia. Ervas para aliviar dores menstruais Conheça algumas ervas indicadas para o tratamento natural das cólicas menstruais:

Cohosh-preto

A Cimicifuga racemosa é uma das plantas medicinais com maiores propriedades para a saúde da mulheres e também é muito utilizada para aliviar dores de cólicas menstruais, vez que possui poderosas propriedades antiespasmódicas. Camomila Na Inglaterra, a camomila é uma das ervas medicinais mais utilizadas para o tratamento da menstruação irregular. A camomila contém um agente antiespasmódico muito forte que relaxa músculos tensos e alivia dores no corpo e dor pré-menstrual.

Cava-cava

O cava cava (Piper methysticum) possui fitoquímicos chamado kavaloactones, que aliviam o estresse e influem no relaxamento dos músculos. O kava-kava também possui uma propriedade curiosa para o trato gênito-urinário, especialmente em mulheres, relaxando o útero e tornando-o especialmente útil contra cólicas menstruais.

Erva-cidreira o chá de erva-cidreira é muito utilizado para aliviar os sintomas da dismenorreia. Um importante uso medicinal da erva-cidreira consiste em promover a menstruação e aliviar as dores durante o período menstrual.

Gengibre

O chá de gengibre direciona o sangue para a região pélvica e ajuda a aliviar os bloqueios pélvicos. Suas propriedades antiespasmódicas relaxam a musculatura lisa e, assim, ajudam a aliviar as cólicas menstruais. Inhame-selvagem A Dioscorea villosa é conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias e antiespasmódicas, o que a torna capaz de diminuir a dor menstrual, bem como a inflamação associada à endometriose, que leva ao tecido cicatricial. Contudo, como antiespasmódico, o inhame já foi utilizado com sucesso na cura da cólica biliar, sendo efetiva para reduzir as náuseas em mulheres grávidas. A planta também é valiosa para aliviar dores de cólica causadas por cólera, soluços e asma espasmódica.

Viburno

A casca do Viburno prunifolium contém pelo menos quatro fitoquímicos que facilitam o relaxamento de cólicas uterinas. O viburno é útil para relaxar o útero, tratar cólicas uterinas e dismenorreia. Outras ervas medicinais também são utilizadas na medicina alternativa para aliviar dores de cólicas menstruais, incluindo o açaí (Euterpe oleracea), babosa (Aloe vera) cohosh-azul (Caulophyllum thalictroides), Dong quai (Angelica sinensis), peônia (Paeonia officinalis), verbena (Verbena officinalis), Vitex agnus castus, dentre outras.

Dong Quai

A dong quai (Angelica sinensis) é uma planta medicinal também conhecida como angélica-chinesa, ginseng-feminino, ginseng-para-mulheres, dang gui, don quai, toki (chinês), dentre outros nomes populares. Pertence à família Apiceae.

Na medicina tradicional chinesa, a raiz do dong quai é utilizada principalmente para regular ciclo menstrual das mulheres, bem como tonificar o organismo feminino. A raiz pode otimizar a cura e amenizar os sintomas da artrite reumatoide, bem como para diminuir a pressão sanguínea nas artérias, o que ajuda a diminuir o fluxo de sangue entre as batidas do coração. A raiz pode ser usada em forma de pó, desidratada e em fatias, bem como o extrato líquido. São feitos extratos secos e decocções, bem como óleos extraídos da folha seca. Testes em animais indicaram que a dong quai produz a redução da formação de placas nos vasos sanguíneos e nas paredes das veias, portanto, podendo ser utilizada como agente preventivo contra os infartos do miocárdio, bem como a hipertensão e a angina. Os polissacarídeos encontrados na raiz podem ser capazes de aumentar as habilidades das células autoimunes do organismo de destruírem células cancerígenas, o que torna a planta alvo de pesquisa como um tratamento em potencial para o câncer e o HIV. Pode controlar o desenvolvimento de fungos, vírus e bactérias, e raízes pulverizadas da planta já foram utilizadas com eficácia no tratamento da Herpes Zóster. Os profissionais da medicina herbal chinesa usam o dong quais há milhares de anos para fortalecer o coração, os pulmões e o fígado e, atualmente, a Angelica sinensis é utilizada amplamente pela população do país como tônico e tempero para diversas receitas. Propriedades da dong quai para a saúde da mulher A raiz de dong quai é amplamente utilizada como medicamento para regular o ciclo menstrual e também serve de auxílio para minimizar as dores de cabeça durante o período da menstruação, além das cólicas menstruais. Em alguns lugares do mundo, é dado a mulheres depois do parto para ajudar prevenir hemorragia pós-parto, além de proporcionar mais força a mulher. Melhora a qualidade e circulação do sangue, assim como também dispersa a congestão na região pélvica. Também ajuda a nutrir tecidos vaginais e embeleza a pele. No tratamento da tensão pré-menstrual (TPM), é extremamente útil para controlar o sangramento. Também possui aplicações para os processos de recuperação advindos do parto, bem como a fadiga e a vitalidade baixa das mulheres que passaram pela gravidez. Os fitoestrogênios contidos na planta são utilizados pela medicina tradicional chinesa para conter os sintomas associados à menopausa, como os fogachos e outros. Geralmente, seu uso é feito em combinação com outras ervas, e é muito benéfico para a menopausa por inteiro, bem como para os ciclos menstruais.

Contraindicações e efeitos colaterais do dong quai

O uso da erva foi associado a dores no estômago, náuseas e vômito quando realizado por períodos longos. Pessoas que tem alergia aos alimentos da família do aipo devem evitar o consumo pela possível ocorrência de alergias na pele. Não deve ser consumido juntamente à anticoagulantes e drogas que aumentam o risco de sangramento. Mulheres grávidas e que estão em período de amamentação não devem fazer uso da substância. História e curiosidades A Angelica sinensis é considerada por ter uma natureza quente e doce, ácida e de gosto amargo, sendo uma das ervas mais utilizadas na medicinal tradicional chinesa. Trata-se de uma planta perene que pode crescer até dois metros e produz flores brancas ao longo do início do verão. É encontrada amplamente na China e no Japão, tendo sido cultivada por mais de 1500 anos nas regiões ao oeste da China. Cresce geralmente de maneira selvagem, sendo tipicamente encontrada em rios, próxima à costa perto do mar e em regiões montanhosas e úmidas.

Fitoterápicos que amenizam os sintomas da menopausa Atualmente algumas plantas e suplementos podem ser capazes de melhorar a qualidade de vida de forma natural e sem riscos a saúde. O foco principal para esse tratamento são os fitohormônios, que possuem substâncias com propriedades semelhantes aos hormônios que já são naturalmente produzidos pelo organismo feminino. O tratamento fitoterápico bem orientado poderá trazer muito mais benefícios comparados ao feito por reposição hormonal, onde o risco de ganho de peso e doenças cardiovasculares se tornam maiores (vale ressaltar que existem casos específicos onde recomendações médicas devem ser seguidas). Isoflavona A isoflavona, substância presente na soja, reduz as “ondas de calor” da menopausa. Os fitoestrógenos são substâncias naturais produzidas por algumas plantas e apresentam uma estrutura química similar ao hormônio feminino estrógeno.

A isoflavona, encontrada na soja, reduz os níveis de LH (hormônio luteinizante), responsável pelos sintomas de ondas de calor, distúrbios do sono e alterações de humor. Estudos mostram que mulheres asiáticas sofrem menos com esses sintomas, vez que possuem uma alimentação mais rica em soja.

Tanto a raiz quanto o chá de ginseng devolvem a energia e a disposição, além de acabar com a secura vaginal. O ginseng também pode produzir um efeito semelhante ao estrógeno no corpo da mulher, ajudando também a reduzir os problemas de sono e variações de humor experimentados por mulheres durante a menopausa.

A cólica menstrual, também conhecida como dismenorreia, é uma condição médica ginecológica caracterizada por uma dor uterina grave durante a menstruação. Dismenorreia primária e secundária A dismenorreia pode ser primária ou secundária, dependendo da existência ou não de alterações estruturais do aparelho reprodutivo. As cólicas menstruais podem caracterizar diferentes tipos de dor, incluindo afiada, latejante maçante, enjoativa, ardorosa ou aguda. As cólicas podem preceder a menstruação por vários dias ou acompanhá-la, e geralmente desaparecem a medida que o sangramento diminui. Também pode, coexistir com perda sanguínea excessivamente pesada, conhecida como menorragia. A dismenorreia primária é aquela que ocorre sem que haja lesões nos órgãos pélvicos e, geralmente, ocorre nos ciclos menstruais normais e logo após as primeiras menstruações na adolescência, podendo cessar ou reduzir significativamente quando a mulher atinge a faixa dos 20 e poucos anos. Em alguns casos só ocorre após a gravidez. A dismenorreia primária é causada pelo aumento da produção de prostaglandinas pelo útero, que provocam contrações uterinas dolorosas. A dismenorreia secundária está relacionada a alterações do sistema reprodutivo, sendo a endometriose a causa mais comum. Outras causas incluem leiomioma, adenomiose, cistos ovarianos e congestões pélvicas. A presença do DIU também pode causar dismenorreia. Causas da dismenorreia (cólicas menstruais) Durante o ciclo menstrual da mulher, o endométrio engrossa para se preparar para uma potencial gravidez. Após a ovulação, caso o óvulo não seja fertilizado, o tecido interno do útero não se torna necessário, sendo assim expelido. Compostos moleculares chamados de prostaglandinas são liberados durante a menstruação, devido à destruição das células endometriais e a liberação dos seus resíduos. A liberação de prostaglandinas e outros mediadores inflamatórios no útero causa a contração do útero. Estas substâncias são fator importante na dismenorreia primária. Quando há contração da musculatura uterina, eles constringem o suprimento de sangue para o tecido do endométrio, que, por sua vez, se divide e morre. O tecido endometrial morto saem através do colo do útero e são expelidos para fora do corpo pela vagina. Tais contrações são responsáveis pelas dores sentidas durante a menstruação. Sintomas da dismenorreia O principal sintoma da dismenorreia é a dor concentrada no abdômen, na região do umbigo ou na região suprapúbica do abdômen. Também é comumente sentida no abdômen direito ou esquerdo. A dor pode irradiar para as coxas e região lombar. Outros sintomas podem incluir náuseas e vômitos, diarreia ou constipação, dor de cabeça, tontura, desorientação, hipersensibilidade à luz, som, cheiro e toque, desmaios e cansaço. Os sintomas geralmente começam logo após a ovulação e podem durar até o fim da menstruação. Isso ocorre porque a dismenorreia é frequentemente associada com alterações nos níveis hormonais no organismo que ocorrem com a ovulação. O uso de certos tipos de pílulas anticoncepcionais podem reduzir os sintomas, vez que pílulas para controle de natalidade podem interromper a ovulação. Em estados de fragilidade emocional, a dor menstrual pode ser ainda mais grave.¹ Tratamento natural das cólicas menstruais Vários suplementos nutricionais têm sido indicados como eficazes no tratamento da dismenorreia, incluindo os ácidos graxos ômega-3, magnésio, vitamina E, zinco e tiamina (vitamina B1). Além disso, o uso de terapias e plantas medicinais podem significar um alívio significativo da dor. Vitamina D3 Vitamina D3 Um estudo mostrou que doses elevadas de vitamina D3 levaram a uma diminuição significativa das cólicas menstruais. 40 mulheres italianas foram divididas em dois grupos, sendo que um recebeu uma dose oral única de 300.000 UI (cerca de 165mg) de vitamina D3 e o outro recebeu um placebo cinco dias antes do início previsto dos seus períodos menstruais. A dor do grupo que ingeriu vitamina D diminui em cerca de 41%, enquanto o grupo que recebeu placebo não obteve nenhuma mudança em sua escala de dor. Acupuntura Acupuntura A acupuntura é um uma terapia pertencente da medicina chinesa tradicional que envolve furar a pele com pequenas agulhas para estimular o corpo em determinados pontos. Pesquisadores do Centro Médico Universitário de Kyung Hee, na Coreia do Sul, descobriram que a acupuntura pode ter efeitos positivos sobre as cólicas menstruais. O estudo foi baseado em 10 testes com 944 participantes, na qual foi relatado alívio das dores de cólicas menstruais com relação ao grupo placebo. Aromaterapia Aromaterapia O uso da aromaterapia no tratamento natural da cólica menstrual por meio de massagens abdominais relaxantes, pode ter efeito benéfico para liberar a dor e a tensão do baixo ventre. Algumas das ervas aromáticas mais utilizadas para este fim são o gerânio, a camomila e o jasmim. Estes mesmos óleos de massagem podem ser adicionados a um ambiente aconchegante ou a um banho de ervas. Fitoterápicos Outros medicamentos à base de plantas medicinais têm sido estudadas no tratamento da cólica menstrual. Em 2008 foram encontradas evidências promissoras advindas da medicina tradicional chinesa para a dismenorreia primária, mas que a prova foi limitada por alguns médicos pela sua baixa qualidade metodológica. Um outro estudo indicou que dois fitoterápicos japoneses, Shakuyaku-kanzo-to (SK) e Toki-shakuyaku-san (TS) proporcionaram alivio total a todos os pacientes da pesquisa. A análise indicou a eficácia do uso da nitroglicerina transdérmica². Vênus Mulher (Afrodisíaco Feminino) Nutricosmético Anti-Celulite Isoflavona em Cápsulas (Contém Fitoestrogênio) High Energy Batata Doce 600mg 120 Cápsulas Colágeno Hidrolisado com Vitamina C Chás medicinais Chás medicinais Vários chás medicinais e extratos de ervas são utilizados tradicionalmente para aliviar cólicas menstruais. As ervas naturais que relaxam os músculos, conhecidas como antiespasmódicas, contêm fitoquímicos que facilitam espasmos musculares e ajudam a relaxar o útero. Muitos destas ervas também possuem um suave efeito sedativo, acalmando os nervos ao mesmo tempo que aliviam as cólicas menstruais. Um estudo publicado no Journal of Agriculture and Chemistry descobriu que pode haver propriedades analgésicas no chá de camomila. A pesquisa revelou que 14 participantes que consumiram chá de camomila tiveram um aumento significativo nas amostras de urina de hipurato, um anti-inflamatório natural. Os anti-inflamatórios ajudam a diminuir a produção de prostaglandinas, aliviando assim as cólicas menstruais.

Ginkgo biloba

O Ginkgo biloba ajuda a equilibrar os níveis de estrogênio, aliviando assim as oscilações de humor, sintomas da depressão, melhora a concentração, minimiza os suores noturno, além de em alguns casos, aumentar o desejo sexual. É possível viver bem com menopausa? É possível chegar à maturidade feminina de forma saudável, sem alterar a autoestima e o bem-estar.

A menopausa faz parte do ciclo de vida da mulher e não deve ser considerada uma doença, apenas deve ser tratada como uma importante fase que deve ser bem orientada para que não seja vivenciada de forma desgastante.

Viburno

O viburno (Viburno prunifolium) é uma planta medicinal também conhecida como viburno-americano, viburno-doce, espinheiro-negro, abrunho-americano, blackhaw viburnum e cranberry (inglês). Inclui as espécies Viburnum lentago, Viburno trilobum, Viburnum edule e Viburnum opulus. Pertence à família Caprifoliaceae.

Benefícios do viburno

O viburno é utilizado há séculos na medicina natural e suas propriedades medicinais começaram a ser exploradas pelos nativos americanos, que usavam a planta para o tratamento de dores menstruais, bem como no período de recuperação pós-parto. Seus princípios ativos mais populares são: viburnina, escopoletina (substância química que age como um poderoso relaxante uterino), tanino, aesculetina e salicina (substância precursora da Aspirina que foi transformada em ácido acetilsalicílico pela primeira vez pelo químico Felix Hoffman em 1897). Devido as suas substâncias, a viburno é bastante indicada para pessoas que sofram de dores musculares, principalmente na região pélvica e das costas, razão pela qual é muito utilizada por atletas de alto rendimento. Recentemente, diversos estudos têm demonstrado outras utilizações para o componente, incluindo o combate de cólicas no sistema digestivo. Além disso, também é muito indicada para mulheres pois, ajuda a amenizar os sintomas da TPM, bem como da menopausa, reduzindo também a intensidade das dores do parto e o risco do aborto espontâneo. Também ajuda a melhorar a circulação sanguínea, diminuindo assim, o risco de desenvolvimento de doenças cárdicas. Atua como um poderoso tonificante para o coração, o deixando mais forte e diminuindo as palpitações. Pode ser usado como um ótimo tônico o Sistema Nervoso Central. Graças as suas propriedades medicinais, é ideal para o tratamento de distúrbios mentais e psicológicos, incluindo o estresse, a epilepsia, as convulsões e a histeria. Por conta das suas propriedades antiespasmódicas, também é muito indicada para o tratamento de distúrbios respiratórios e pulmonares, como, por exemplo, a bronquite, a asma e a rinite. Isso porque ela oferece um alívio muscular, diminuindo a contração na região dos pulmões.

Contraindicações e efeitos colaterais do viburno O viburno sempre deve ser consumido seco. Fresco, pode causar uma série de reações alérgicas graves e até mesmo ser tóxica. Além disso, evite o consumo em excesso. O ideal é consultar um especialista antes de começar a ingerir a planta para obter orientações adequadas para o consumo da planta, sempre de forma segura e potencializando os resultados. Por conta das suas propriedades parecidas com a das aspirinas, é preciso muita atenção para evitar a superdosagem. Logo, sempre evite tomar chás da planta junto com outros tipos de tratamento. Gestantes também devem evitar o consumo em excesso. Apesar de ajudar a diminuir as dores do parto, consumida em grandes quantidades e com muita frequência, pode gerar vários sintomas, como náuseas e vômitos, e, em último caso, pode ocasionar o abordo do feto. História e curiosidades Originária da América do Sul, a pequena árvore é bastante popular entre os amantes de jardinagem, por ser uma planta ornamental muito bela. Além de suas propriedades medicinais, também serve como alimento para várias espécies de pássaros.

Cohosh-preto (black cohosh) – Cimicifuga racemosa

O cohosh-preto (Cimicifuga racemosa) é uma planta medicinal também conhecida como black cohosh (inglês) e cimicifuga. Pertence a família Ranunculaceae. Benefícios do cohosh-preto O black cohosh pode ser eficaz para cólicas uterinas e dores musculares causadas por tensão nervosa, bem como dores acompanhadas de rigidez, dor ou contrações. Nativos americanos usaram para condições femininas e musculares, como fadiga, dor de garganta e artrite. Médicos americanos usarem a erva para problemas reprodutivos das femininos. Possui atividade antirreumática, vez que pode aliviar dores comuns e dores causadas pela artrite reumatoide. Neste caso, um xícara de chá ou uma cápsula podem prover tais benefícios. O cohosh-preto estimula a digestão, sendo também um tônico estomacal leve capaz de melhorar a absorção de nutrientes e eliminação de resíduos através do trato digestivo. Também dilata os vasos sanguíneos e pode reduzir a pressão arterial alta. Outros usos incluem amenorreia, artrite, bronquites, colite, convulsões, debilidade, depressão, dismenorreia, epilepsia, orquite, reumatismo, TPM, tuberculose e tosses. Saúde da mulher Nos Estados Unidos, o cohosh-preto é uma erva muito popular entre as mulheres, pois ajuda a restabelecer menstruações saudáveis e alivia a irritação e congestão da cerviz, útero e vagina. Agindo como um emenagogo sedativo, promove a menstruação e relaxa o útero. Também pode melhorar muitos dos sintomas da menopausa, incluindo problemas uterinos, como contração uterina pobre, cólicas menstruais e secura vaginal pós-menopausa. O black cohosh contém ácido salicílico, anti-inflamatório base para o ingrediente ativo da aspirina, dentre vários outros constituintes, tais como glicosídeos de triterpeno, isoflavonas, ácidos aromáticos, taninos, resinas, ácidos gordos, amidos e açúcares.

Contraindicações e efeitos colaterais do cohosh-preto A erva só deve ser utilizada sob orientação médica e só deve ser utilizado continuamente por um curto período de tempo, já que o uso contínuo a longo prazo pode levar a danos no fígado. O uso excessivo pode irritar o sistema nervoso e causar náuseas, dores de cabeça, indigestão, diminuir a pressão arterial e aumentar a pressão interocular. Não deve ser utilizado durante a gravidez e fase de amamentação. História e curiosidades A coloração negra da planta se deve ao rizoma escuro da planta. Durante o século XIX, foi usado para tratar escarlatina, varíola e tosses crônicas.

Agoniada (Plumeria lancifolia)

A agoniada (Plumeria lancifolia) é uma planta medicinal também conhecida como agonia, agonium, arapou, arapuê, arapuo, colônia, guina-mole, jasmim-manga, quina-branca, quina-mole, sacuíba, sucuba, sucuriba, sucuúba, tapioca, tapouca, tapuoca, dentre outros nomes populares. Pertence à família Apocynaceae. Benefícios da agoniada A agoniada possui propriedades purgativas, anti-helmínticas, febrífugas, antidepressivas, antiasmáticas, anticonceptivas, laxantes, antiespasmódicas, sedativas, anti-inflamatórias, emenagogas e é coadjuvante em tratamentos de doenças da pele e linfangites. Alguns estudos indicaram o uso da planta em uma gama maior de tratamentos como de câncer, infertilidade, toxicologia embrionária, além de terem descoberto efeitos antimutagênicos, antimicrobianos, antioxidantes, anti-inflamatórios e analgésicos em várias espécies. De acordo com pesquisas da University of Rajasthan (Universidade do Rajastão), na Índia, várias espécies do gênero Plumeria podem auxiliar no tratamento do HIV. A Plumeria rubra contém fulvoplumierina, substância que atua como inibidora de humanos do vírus da imunodeficiência tipo 1 (HIV). Já o ácido ursólico das folhas, o ácido plumérico do látex e das folhas e a fulvoplumericina da casca da Plumeria rubra possuem atividade anestésica, cardiotônica e bacteriostática (os bacteriostáticos são agentes quimioterápicos da classe dos antibióticos que detêm o crescimento de determinadas bactérias, dificultando sua proliferação e deixando ao sistema imunitário a tarefa de eliminar as bactérias que já estão presentes no organismo). Benefícios da agoniada para a saúde da mulher O chá da Plumeria lancifolia possui um papel muito importante na saúde da mulher, vez que auxilia a regular menstruações, aumenta o leite materno, alivia cólicas menstruais e uterinas, bem como ajuda em casos de inflamações e congestão do útero e ovários, quaisquer indisposições nas épocas menstruais, e revitaliza órgãos genitais debilitados. Tribos da etnia Guarani usam a agoniada como medicação tradicional em casos de malária, sendo conhecida regionalmente como guina-mole, quina-branca e quina-mole. Além disso, também é utilizada em casos de febres, cólicas menstruais, problemas gástricos, histeria e como purgante. Vênus Mulher (Afrodisíaco Feminino)

Outra característica própria da agoniada é seu poder antiespasmódico, sedativo e analgésico. A Plumeria lancifolia é capaz de auxiliar em casos de ansiedade, TPM, corrimentos vaginais, constipação intestinal, gases, edemas, além de atuar como diurético, proteger a mucosa gástrica e auxiliar na regulação dos ciclos menstruais. O chá de agoniada pode ser feito colocando as folhas em água fervente ou compressas de folhas cozidas para serem colocadas sobre os órgãos genitais debilitados, ou mesmo sobre os seios de mulheres parturientes. Contraindicações e efeitos colaterais da agoniada O uso contínuo desta erva pode ocasionar esterilidade, bem como não deve ser administrada sem consulta a um profissional de saúde em mulheres gestante, lactantes ou que queiram engravidar, e também não deve ser consumida por crianças. Outro efeito colateral se dá com o uso da casca da planta em doses elevadas, pois pode provocar alucinações e levar à morte. História e curiosidades Os índios costumavam usar as sementes desta erva como colares, maracás, chocalhos e diversos outros enfeites em dias de festa, além de ser usada como adorno.

Vitex agnus-castus

O Vitex agnus-castus é também conhecido como Vitex, Vitex-Agnus, Agnocasto, Agno-Casto, Árvore-Pura, Pimenta-de-Monge, Pimenteiro-Silvestre, Árvore-de-Linho, Árvore-de-Salva, Árvore-da-Castidade, Agno-Casto, Agnus-Castus e Agnos-Cactus. Pertence a família Verbenaceae. Usos Tradicionais: acne, amenorréia, cistos, cistos ovarianos, depressão, dismenorréia, endometrite, enxaqueca, fibróide, herpes, infertilidade feminina, infertilidade masculina, menopausa, paralisia, polimenorréia, pós-operatório de histerectomia, tensão pré-menstrual (TPM).

Propriedades Medicinais: anafrodisíaco, antiandrogénico, aromática, emenagogo, galactagogo, fitoprogesteronico, tônico pré-menstrual, vulnerário.

O Agnocasto é um anafrodisíaco para homens. Útil para herpes relacionadas a menstruações, depressões relacionadas a menopausa e enxaquecas relacionadas ao ciclo menstrual. É usado na medicina populares para cistos e fibróide no peito, ovários (cistos ovarianos) e útero. O Vitex Agnocasto melhora a produção de progesterona, aumenta hormônios luteinizante e prolactina e inibe a liberação de hormônio folículo estimulante. Ajuda a regular o ciclo menstrual para mulheres que usam pílulas de controle de natalidade (pílulas anticoncepcionais).

Pode ajudar a normalizar menstruações, vez que costuma encurtar ciclos menstruais longos e alongar ciclos menstruais curtos. Ajuda a normalizar as funções da glândula pituitária. É usado na medicina alternativa em forma de cataplasma para membros fracos e paralisia. Dos talos, são feitos cestas. Na culinária, as sementes são usadas como um condimento picante. A planta é composta de óleo essencial (cineol), flavonóides (casticina), alcalóides (viticine), iridoglicosídeos (agnuside, aucubina, eurostoside). Caso ocorra diarréia, náuseas e mudanças menstruais anormais, o uso da planta deve ser cessado imediatamente. Doses grandes podem causar formigamento. Para melhorar problemas hormonais com a Vitex agnus-castus, a planta é utilizada por pelo menos seis meses. No conto “A Ilíada” de Homero, o Vitex é descrito como um símbolo de castidade. Ambas as palavras, “agnus” e “castus”, significam “puro”. O nome popular Pimenta-de-Monge é referência ao hábito dos monges mastigarem os frutos para reduzir o desejo sexual.

Peônia (Paeonia officinalis)

A Peônia (Paeonia officinalis) é uma planta que inclui as espécies medicinais Paeonia lactiflora, Paeonia albiflora e Paeonia suffruticosa (Peônia-de-Árvore). Pertence a família Paeoniaceae. Usos Tradicionais: amenorréia, anemia, coágulos no sangue, dismenorréia, dores comuns, eczema, epilepsia, febre, hipertensão, icterícia, infertilidade feminina, tosse seca. Propriedades Medicinais: adstringente, antiinflamatória, anti-séptico, antiespasmódico, diurético, emenagogo, hipotenso, hepato-protetor, imunoestimulante, sedativo, tônico sanguíneo, vasodilatador. Só a Paeonia suffruticosa (Peônia-de-Árvore) é usada na medicina alternativa como um anti-séptico e hepato-protetor, assim como para o tratamento da infertilidade feminina. A Peônia melhora a congestão de sangue após um dano traumático. Reduz a tensão muscular, mas ao mesmo tempo estimula os músculos uterinos. A Peônia acalma o fígado e nutre o sangue, enquanto ajuda a melhorar fluxo de sangue ao útero. Uma velha frase na China era de que “as mulheres que usam a raiz da Peônia ficarão tão bonitas quanto a flor de Peônia”. As sementes são usadas como um tempero na arte culinária. A planta é composta de glicosídeos de monoterpeno, asparagina, ácido benzóico, triterpenóides, sitosterol. Deve ser evitada durante a gravidez e em casos de diarréia. As flores e folhas não são utilizadas na medicina popular. A Peônia foi chamada assim em referência a Paeon, médico grego dos deuses do Olimpo. A erva era usada para manter as pessoas longe do álcool e prevenir pesadelos. Desde a época de Hipócrates (470-377 a.C.), a Peônia era recomendada como um remédio para epilepsia. As sementes eram até mesmo usadas como um colar para repelir a doença.

Maca peruana

Quando o assunto é saúde e beleza, as mulheres estão sempre buscando novas alternativas para manter o corpo saudável. O que poucas sabem é que a maca peruana, raiz proveniente da Cordilheira dos Andes e com maior incidência no Peru, pode ser uma grande aliada na manutenção do equilíbrio hormonal, além de provocar o aumento no desejo e no desempenho sexual. Os benefícios da maca peruana para a mulher Cultivada e utilizada há mais de dois mil anos pelo povo Inca e pelos antigos peruanos, que ingeriam essa poderosa raiz para aumentar o vigor durante longas caminhadas e para aumentar a potência da libido masculina. Alguns séculos mais tarde, mulheres da região passaram a fazer uso da raiz e sentir todos os benefícios que a maca peruana é capaz de proporcionar à condições de saúde da mulher, incluindo reposição hormonal, regularização do ciclo menstrual, alivio dos sintomas da menopausa e aumento do desejo sexual feminino. Reposição hormonal Acredita-se que o principal benefício esteja relacionado às questões hormonais, dentre elas a libido, a menstruação e a menopausa. Estudos recentes afirmam que o consumo da maca peruana também é eficaz na fixação do desequilíbrio hormonal, e em alguns casos se revela até mais eficaz do que a terapia de reposição hormonal. Menstruação Com relação à menstruação, a raiz da maca age diretamente em problemas menstruais corriqueiros que atingem mulheres em idade fértil, como a irregularidade do ciclo, cólicas, desconfortos, alterações de humor e secura vaginal. Neste sentido, a raiz age aliviando cólicas e dores, regulando o ciclo, controlando a secura vaginal e eventuais alterações de humor sem provocar efeitos colaterais na mulher, ao contrário do que ocorre com o uso de anticoncepcionais.

Menopausa

Os ingredientes ativos da raiz da maca também atuam em sintomas da pré e pós-menopausa. A sensação de calor corporal constante, fadiga e alterações no sono são problemas frequentes nesta etapa da vida da mulher, mas que podem ser tratados através do consumo da maca peruana que diminui a intensidade e a frequência das alterações hormonais desse período.

Aumento do desejo sexual: A maca peruana também é eficaz para o aumento do desejo sexual e age como energético para o corpo, tanto em mulheres quanto em homens, e por essa razão também é conhecida como “ginseng-peruano”.

Também estão sendo realizados atualmente estudos visando comprovar a atuação da maca peruana na saúde dos sistemas nervoso e endócrino. Como consumir a maca peruana A maca peruana geralmente é comercializada em forma de cápsula ou em pó. Quando em pó, pode ser adicionada em frutas, sucos e vitaminas, e o ideal é consumir entre 1 e 2 colheres ao dia. Quando em cápsulas, geralmente consome-se duas capsulas antes das principais refeições. Contudo, essa quantidade poderá variar de acordo com os miligramas de maca fornecidos em cada cápsula. Outra alternativa de consumo da maca peruana é através da sua raiz, como um alimento. Quando for consumi-la dessa forma, é necessário ser cozida primeiro, pois é uma raiz forte e que pode ocasionar irritação na parede do estômago e, consequentemente, perturbações digestivas.

Alopecia androgenética ou calvície feminina

As mulheres consideram a alopecia feminina (alopecia androgenética ou calvície feminina), um problema grave de queda de cabelo, vez que o estilo do cabelo é um componente importante que reforça a beleza e autoestima. Causas da alopecia feminina Ao contrário da calvície masculina, que afeta a maior parte da população de homens adultos acima de 60 anos e já é considerada uma situação aceitável e muitas vezes inevitável, a calvície feminina pode trazer graves danos físicos e principalmente psicológicos à mulher e, portanto, a busca rápida de um tratamento eficaz para curar a calvície feminina pode ser muito importante para estimular novamente o crescimento dos cabelos. A contrário dos homens, que tendem a ter o cabelo recuado a partir da testa ou na coroa da cabeça, as mulheres costumam notar um aparate na metade superior do couro cabeludo. De acordo com a Academia Americana de Dermatologia, a maioria das pessoas perde em média de 50 a 100 fios de cabelo por dia. Nos dias em que o cabelo é lavado, essa quantidade pode chegar a 250 fios, contudo, a falta de lavagem não evita a queda do cabelo. Uma grande quantidade de fios de cabelo no travesseiro ao acordar pode ser um indício de que está ocorrendo uma queda acentuada de cabelo. Outra forma é observar a quantidade de fios que ficam no pente ao pentear o cabelo. Fatores causadores da alopecia feminina Muitos fatores diferentes podem influenciar no aparecimento da alopecia feminina: estresse físico e psicológico, existência de alguma infecção bacteriana ou fúngica no couro cabeludo, uso de contraceptivos orais e alguns remédios para pressão arterial, medicamentos na quimioterapia ou em situações de hipotireoidismo ou hipertireoidismo, falta de nutrição adequada, alterações hormonais pós-parto ou durante a menopausa, uso excessivo de tinturas e outros produtos para cabelo com fortes componentes químicos, algumas cirurgias e outros procedimentos cirúrgico, diabetes e outras doenças também podem resultar na queda de cabelos em mulheres e aparecimento da alopecia feminina. Tratamento natural para alopecia feminina Caso a raiz do problema seja encontrada rapidamente o crescimento do cabelo seja estimulado, há grandes chances de sucesso no tratamento da calvície feminina. Caso o afinamento dos fios de cabelo e a calvície permanente ocorre em casos hereditários ou decorrentes de problemas com hormônios, os tratamentos podem demorar certo tempo para fazer efeito. Existem várias opções de tratamento para reduzir os efeitos da alopecia feminina. A maioria dos produtos inibe a produção do hormônio andrógeno chamado dihidrotestosterona (DHT), vez que a queda de cabelo se desenvolve quando o nível de dihidrotestosterona no couro cabeludo é muito alto. A DHT se liga aos folículos pilosos, diminuindo a quantidade de nutrientes extraídos do sangue. Os folículos gradualmente diminuem o crescimento e o cabelo se torna mais fino e, caso essa condição não for tratada, o cabelo tende a desaparecer completamente. Loção Corporal de Aloe Vera Aloe Vera Orgânica em Cápsulas Hair Up (Suplemento em Cápsulas para os Cabelos) Gel Capilar de Aloe Vera e Jaborandi Creme Hidratante Facial de Aloe Vera Polivitamínicos Uma boa dieta é muito importante para a saúde do cabelo e pode interferir diretamente no crescimento do cabelo e a deficiência de vitaminas pode interferir diretamente neste processo. Os cabelos devem receber certas doses de vitaminas e minerais para manter os folículos saudáveis no couro cabeludo. A má nutrição pode fazer com que a qualidade dos cabelos diminuía e os cabelos parem de crescer adequadamente. O consumo de frutas e vegetais frescos é benéfico para a saúde dos cabelos. Quantidades adequadas de vitaminas A, B, C e E desempenham um papel importante em manter o cabelo forte e saudável. Vitamina B Alguns shampoos podem fortalecer o couro cabeludo, sobretudo os que contém vitamina B, que proporciona um brilho saudável aos fios e fornece as proteínas necessárias para o crescimento saudável do cabelo. Deve-se evitar esfregar o shampoo no couro cabeludo. Ao invés disso, é recomendado massagear suavemente o couro cabeludo. Massagens no couro cabeludo podem ajudar a estimular a circulação sanguínea nos mesmos, fazendo com que vitaminas e minerais cheguem diretamente ao couro cabelo para nutrir as raízes do cabelo. Cuidados com o cabelo O uso de condicionadores também é indicado. Quando for tingir o cabelo fino, é recomendado escolher uma sombra que está perto de cor natural do cabelo. Quanto menos contraste entre o cabelo e couro cabeludo, melhor. Também deve-se evitar o clareamento, vez que a dramática mudança de cor exige mais produtos químicos, que podem prejudicar os fios e acentuar a queda do cabelo.

Fontes: http://www.medicinanatural.com.br/